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Improve It 2.0

Publicado por Vinicius Manhães Teles há 7 meses.

DISCLAIMER: não tente ler o post até o final, é grande demais. Não esquenta. Eu estava apenas pensando alto. Volta a cuidar dos seus afazeres antes que o chefe descubra que você está perdendo tempo.

É pessoal, a brincadeira acabou. Esta semana eu completo 32 anos. Destes, quase sete foram dedicados à Improve It. Foram bons anos, repletos de aprendizado e boas realizações. Mas, acredito que estamos encerrando nossa primeira etapa e está na hora de começar a próxima: a Improve It 2.0. Ok, eu sei que isso é pra lá de clichê, tipo Web 2.0 ou XP 2.0. Mas, já passa da meia-noite. Dá um desconto! :-)

No fim do ano passado nós anunciamos o fim dos nossos serviços relacionados a desenvolvimento ágil. Esta parte foi fácil. De lá para cá, colocamos três aplicativos no ar. Um vocês já conhecem, o just-remind.us, enquanto os outros dois ainda não. Fiquem tranqüilos, isso mudará em pouco tempo.

Apesar da mudança no fim do ano passado e dos aplicativos que entraram no ar nos últimos meses, diria que nós apenas encerramos a Improve It 1.0. Ainda não começamos a 2.0. O que fizemos nos últimos meses foi, digamos assim, um processo de transição. Agora isso chegou ao fim. Hora de começar a Improve It 2.0 para valer. O que a caracteriza?

Na Improve It 1.0, nós éramos uma empresa lucrativa, cujo faturamento tinha origem na prestação de serviços especializados, para um pequeno grupo de empresas. A Improve It 2.0 deverá ser uma empresa igualmente lucrativa, porém com faturamento proveniente do pagamento de assinaturas pelo uso de produtos. Ao invés de um pequeno grupo de empresas, o objetivo é ter um grande grupo de pequenas empresas e profissionais liberais, cada um pagando valores reduzidos pelo direito de uso de um ou mais dos nossos produtos.

Sair da 1.0 para a 2.0 é moleza, no discurso. Na prática, tudo indica que seja muito mais complicado. Se eu disser para vocês que sei como fazer esta transição, estarei mentindo. No máximo, posso dizer que tenho algumas pistas, mas é só. A única coisa que eu tenho certeza é de que vale a pena tentar. Vale muito a pena, porque se der certo, poderemos atingir resultados que seriam bastante difíceis de serem superados fazendo consultoria.

A questão que me aflige neste momento é: por onde começar? Desde o fim do ano passado, temos a idéia do que será nosso primeiro produto. Na semana passada, demos a ele um nome e criamos um logo. E agora? Qual o próximo passo?

Resolvi fazer um mind map para tentar identificar os inúmeros tópicos que teremos que levar em conta para criar, promover e operar o novo produto. Os tópicos que identifiquei estão longe de cobrir tudo o que precisaremos tratar, mas, compreendem itens tais como:

É tanta coisa que não sei nem por onde começar. E o pior é que eu tenho certeza de que o descrito acima não é nem a pontinha do iceberg. Nessas horas é que a gente precisa daqueles ditados famosos de auto-ajuda. Tipo, "toda grande jornada começa pelo primeiro passo." Ufa, agora me sinto aliviado. :-)

Mas, de novo, qual é o raio do primeiro passo? A minha suspeita inicial é que o primeiro passo é o marketing. Sim, eu sei que o produto ainda não existe. Praticamente ainda não escrevemos nenhuma linha de código dele. Ainda assim, tenho a forte sensação de que a primeira providência é tentar promovê-lo. Aliás, acredito que esta deverá ser uma das nossas maiores prioridades até o dia do lançamento (e depois dele também). Pouco vai adiantar fazer o melhor produto do mundo, se ninguém ficar sabendo dele.

Os anos de consultoria e desenvolvimento, bem como as aplicações que desenvolvemos desde janeiro, me deixam relativamente tranqüilo com relação à parte do desenvolvimento. Sei que nós temos a habilidade técnica para fazer o que desejamos. O que eu ainda não sei é se seremos suficientemente habilidosos para promover o que vamos fazer.

Nosso foco principal é o mercado externo. Embora isso englobe o mundo inteiro, é óbvio que nosso alvo principal começa pelos EUA. Isso tem inúmeras implicações. Primeiro, tudo o que fizermos terá que ser, no mínimo, em inglês. Segundo, temos que dar um jeito de fazer os americanos conhecerem a Improve It e seus produtos. A primeira parte é fácil. A segunda nem tanto. Neste sentido, o just-remind.us está sendo um experimento interessante.

Em XP, no Getting Real e em inúmeros outros métodos de trabalho, há uma máxima: tente falhar cedo! É uma das melhores formas de aprender. O just-remind.us está indo para duas semanas no ar. Pelas estatísticas de acesso, percebemos que há um bom número de pessoas usando-o no Brasil (apesar de ser apenas em inglês) e um número insignificante de acessos de outras partes do mundo. Veja o mapa abaixo:

Acessos Justremindus

Há acessos proveninentes de 36 países, mas a maior concentração é, disparada, no Brasil. Oooppsss, temos um problema! Até aqui, o just-remind.us não passa de uma falha estrondosa, quando pensamos em utilização em escala mundial. Sim, a aplicação não resolve os problemas mais graves da humanidade. Não é ela que vai resolver o problema da fome no mundo, nem vai reverter o aquecimento global. Mas, sejamos francos, ele resolve um problema real de um monte de gente. Um problema simples, mas real. Portanto, a falta de uso não tem a ver apenas com falta de mérito. Tem a ver também e, sobretudo, com a falta de conhecimento das pessoas sobre a existência da aplicação.

Se estamos tendo dificuldade para fazer as pessoas conhecerem e usarem uma aplicação "di gratis", imagina o tamanho do problema que teremos quando lançarmos alguma coisa paga! Putz, cadê aquela ponte que mencionei mais cedo? Vou me jogar. A menos que ............ (por favor, se você souber o que eu ponho aí do lado, pelamordedeus, me avisa).

Um pouco de XP para ajudar novamente: baby steps. O que podemos fazer hoje, que está sob nosso domínio, que vai nos ajudar a seguir em frente? Acho que a primeira providência é a gente se livrar do peso do passado. Neste caso, estou me referindo especificamente ao site da Improve It e este blog. Eles foram concebidos para dar apoio aos nossos serviços de consultoria. Honestamente, eles não ajudam em nada, ou quase nada, para o que queremos fazer na Improve It 2.0. Então, precisamos nos livrar disso e construir uma nova identidade. Precisamos, com urgência, de um site e um blog em inglês, com conteúdo que reflita nossos novos rumos.

Então, o que penso em fazer nos próximos dias é jogar tudo, ou quase tudo que temos hoje no site e no blog para outro domínio, o desenvolvimentoagil.com.br. Este é um domínio que já temos há tempos, mas não vinha sendo utilizado. O objetivo é tão somente manter os artigos, podcasts, fotos etc no ar. Feito isso, passaremos para a construção de uma nova identidade para a Improve It.

O segundo passo provavelmente será revelar ao mundo o que nós estamos fazendo. Isso representa uma mudança em relação à forma como eu imaginava tocar o desenvolvimento. Há pelo menos duas formas de se desenvolver um produto: uma fechada e outra aberta. A fechada é a maneira como a Apple (e a maioria das grandes empresas) faz as coisas. Eles passam um tempo trabalhando em segredo e um dia, bum, lançam um produto que o mundo inteiro transforma em necessidade absoluta quase que instantaneamente. :-) A segunda forma, a aberta, deve ser mais comum no desenvolvimento de softwares livres, por exemplo. Você lança uma idéia, busca pessoas interessadas e tenta criar uma comunidade em torno do produto. Esta comunidade, por sua vez, além de colaborar com o desenvolvimento, também ajuda a evangelizar o produto.

Inicialmente, pensei em usar a primeira abordagem, a da Apple. Acho que ela é a mais intuitiva para qualquer empreendedor, porque um dos nossos maiores medos é que alguém roube a idéia e acabe lançando o produto antes da gente e ficando bilionário da noite para o dia. :-) Pensando na Apple, acho que ela faz bem em manter segredo. Afinal, há uma multidão de consumidores e concorrentes olhando cada passo dela. Qualquer informação que vaza, pode e será usada pela concorrência para tentar superá-la. O detalhe importante nesta história é o mais óbvio de todos: nós não somos a Apple e estamos muito, muito, muito longe de ter os mesmos problemas dela. A chance do que estamos fazendo chamar a atenção de algum concorrente grande, significativo, é ínfima. Pode acontecer? Pode. Mas, acredito que este não é nosso principal problema, ainda. Por enquanto, nosso principal problema é o total desconhecimento sobre o produto que fizermos.

Na segunda abordagem, nós compartilhamos com vocês o que pretendemos fazer. Vocês passam a ficar sabendo o que é o produto, o que ele se propõe a fazer e mais uma série de coisas. Assim, a gente pode começar a receber feedback mais cedo. Se vocês gostarem da idéia, é possível que se interessem suficientemente, ao ponto de querer usar o produto e, quem sabe, falar sobre ele para os amigos. Talvez vocês possam até nos ajudar a colocá-lo no ar mais cedo. Nós acreditamos no produto. As pessoas que conhecem o que fizemos para a Júlia querem o mesmo para elas. Até eu quero este produto! Vai resolver vários dos nossos problemas. :-)

Ainda não sei descrever completamente a razão pela qual acredito que revelar o produto desde já será a melhor alternativa. Por enquanto, é mais um sentimento apoiado por alguns argumentos ainda frágeis. Com o passar dos dias, talvez eu compreenda um pouco melhor. Uma coisa é certa, entre correr o risco de ser copiado e o risco de fazer um produto que ninguém conheça, prefiro lidar com o primeiro. Para mim, a pior coisa que pode existir é fazer um trabalho que ninguém venha a usar, sobretudo por desconhecimento.

Então é isso, agora é para valer! A Improve It 2.0 está começando. Que Deus nos ajude e que a gente consiga fazer isso dar certo! Porque se não der, só me restará uma alternativa: largar a computação. Fechar a empresa e voltar a trabalhar neste mercado de malucos não vai rolar. Se não der certo, eu saio desta área e vou fazer qualquer outra coisa. Aqui, no meio desde bando de aloprados corporativos é que eu não vou ficar! :-)

Tags  | 12 comentários

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Comentários (12 até o momento)

  1. Rogerio disse aproximadamente 11 horas depois:

    Bacana Vitor,

    a ImproveIt está dando mais um passo na busca do sucesso. So posso desejar boa sorte a vocês. E quando vcs mudarem tudo no novo site da ImproveIt, espero poder consultar no desenvolvimentoagil.com.br as explicações sobre XP, pois este conteúdo é uma referencia nacional em e desenvolvimento ágil.

    No mais, sucesso. Abraços

  2. Rodrigo Kochenburger disse aproximadamente 12 horas depois:

    Fala Vinicius!

    Tenho certeza que a Improve It 2.0 vai ser um sucesso, tal como foi a 1.0 ;) (Tb posso ser cliche)

    Eu, sinceramente, iria primariamente concentrar esforços em desenvolver a aplicação e durante esse processo começar a me preocupar com o Marketing. Não adianta ter uma estratégia de marketing mto boa sem um produto, certo?

    Uma maneira de criar um publico em torno do produto é lançar uma versão beta, aonde algumas pessoas chaves do publico alvo da aplicação são convidadas para utilizar a app, de graça, e poder convidar outras pessoas e prover feedback. Além de ter o feedback, que tu sabe que é importante, as pessoas irão passar a "divulgar" o teu produto.

    Sucesso para voces ai!

    Abraço

  3. Vinícius Teles disse aproximadamente 13 horas depois:

    @Rogerio: Muito obrigado. A intenção é esta mesmo: manter todo o conteúdo sobre XP no ar, porém em um novo domínio. Um dos nossos desafios será fazer com que os links atuais não quebrem. Ou seja, eles terão que redirecionar corretamente para o novo domínio, ao menos no início, para que o Google aprenda os novos endereços.

    @Rodrigo: Nosso ímpeto inicial também seria de começar pela aplicação, mas há alguns detalhes adicionais, além do que eu mencionei.

    Primeiro, tem a questão do Plano B. Se não formos capazes de começar a ganhar dinheiro com produto nos próximos meses, uma das minhas idéias é que a gente faça desenvolvimento de aplicações Rails, sob encomenda, para o Brasil ou exterior. Mais uma vez, o problema é o exterior.

    Daqui a um mês embarcarei para os EUA para visitar três conferências: a Railsconf, em Portland, a Seed3, em Chicago e a Apple WWDC, em São Francisco. Além de ampliar meus conhecimentos, quero estabelecer contato com pessoas que, mais adiante, possam nos ajudar, seja no nosso Plano B, seja na questão dos produtos.

    Para mim é crítico que tenhamos um novo site no ar, todo em inglês, e já com o novo direcionamento da empresa, antes da viagem. É essencial que eu possa conversar com as pessoas e apontar para algo que elas possam acessar e ler, em inglês, para conhecer mais sobre nosso trabalho.

    Além do mais, uma coisa que aprendi nestes anos de empresa é que, em se tratando de marketing, o tempo é seu aliado. Ou seja, quanto mais cedo você coloca uma informação na rua, melhor. As pessoas comentam umas com as outras, a notícia se espalha etc, mas isso leva tempo. É o tipo de coisa que você planta o mais rapidamente possível, porque só começa a dar frutos depois de algum tempo. Sobretudo este tipo de marketing que estamos tentando fazer, que é diferente de quando o cidadão tem rios de dinheiro e paga por milhões em anúncios.

    Por fim, trata-se também de uma questão de desenvolver novas habilidades. Hoje, toda esta parte de marketing, sobretudo no exterior, é como se fosse um músculo atrofiado. Precisa começar a ser trabalhado para ontem, para que esteja em plena forma quando lançarmos o produto. Colocá-lo em forma levará tempo. Então, quanto antes começarmos melhor. Mas, passada esta questão do novo site, que tem tudo para ser razoavelmente rápida, a questão de lançar um beta logo, para pessoas selecionadas, começa a fazer todo o sentido. Valeu pela sugestão!

    Grande abraço, Vinícius.

  4. Kristopher Murata disse aproximadamente 14 horas depois:

    Que frio na barriga, uh? :)

    Como o Rodrigo disse, sou extremamente a favor do "early beta editon", tente fazer o mínimo com o menor custo possível para a aplicação funcionar e libere como beta. Pois se não der certo o prejuízo será bem menor.

    Não vejo muito sentido em divulgar a idéia do produto antes de tê-lo pronto e muito menos torná-lo open source, já que será baseado em serviços, certo? Se o produto for bom terá sua devida divulgação, principalmente boca a boca dos early adopters, deixe que eles se encarregam de espalhar a palavra para o mundo.

    Contudo, não estou insinuando que o just-remind.us não seja um bom produto, apenas talvez ele não seja tão necessário assim e ainda o nicho esteja saturado de boas soluções. Eu mesmo não comecei a utilizar porque estou satisfeito com o Google Groups para manter contato com amigos de faculdade e de infância e não seria nada agradável convencer todo mundo a migrar.

    No mais, muita boa sorte, vocês chegaram onde querem chegar. :)

  5. Kristopher Murata disse aproximadamente 14 horas depois:

    Ops, nada que uma regex não dê conta de corrigir meu texto:

    s\chegaram\chegarão

    Ou talvez meu texto não esteja errado, vocês até já chegaram onde queriam chegar e ainda não sabem... :)

  6. Vinícius Teles disse aproximadamente 14 horas depois:

    @Kristopher: Concordo com você, também sou a favor do "early beta edition". Certamente faremos isso. Mas, deixa eu aproveitar para esclarecer um ponto.

    A idéia não seria tornar o produto "open source". Trata-se de outra coisa. Há pelo menos duas informações essenciais sobre um produto:

    1. O que ele se propõe a fazer?
    2. Como ele será implementado?

    O que pensamos em divulgar é apenas o número 1: o que o produto se propõe a fazer. Por que? Porque para começo de conversa, não se trata de nenhuma idéia revolucionária. Já tem outros que fazem a mesma coisa. Para mim, o diferencial não está tanto no "o que". Está no "como".

    Quando eu digo "como", não estou me referindo à forma como foi implementado tecnicamente. Estou pensando, sobretudo, na forma como as pessoas irão utilizar o produto para atingir seus propósitos. Esta parte a gente não vai divulgar antes do tempo. Mas, o foco do produto, a gente está pensando seriamente em divulgar.

    Inclusive, isso nos permitiria mostrar, tão cedo quanto possível, o que já fizemos para a Júlia. Assim, as pessoas já teriam como começar a opinar logo. Isso significaria feedback quase imediato, antes mesmo de começar a transformar o que fizemos para ela em um produto.

    Você acha que esta abordagem faria sentido?

    Quanto ao just-remind.us, acho que você tocou em um ponto importante, mas que não conta toda a história ainda. Não vejo o just-remind.us como algo que concorre com o Google Groups. Quando muito, ele complementa. Mas, talvez nem isso nós tenhamos sido capazes de transmitir.

    Possivelmente, um dos maiores problemas no just-remind.us é de comunicação, em diversas escalas. Primeiro, em deixar claro qual é o propósito dele e onde ele é diferente do Google Groups e afins. Segundo, na nossa incapacidade de fazer com que pessoas, mundo afora, ao menos fiquem sabendo dele, ao ponto de experimentá-lo.

    Seja como for, o just-remind.us é um laboratório interessante. Provavelmente ainda iremos aprender muito com ele.

    Grande abraço, Vinícius.

  7. Rafael Walter disse aproximadamente 15 horas depois:

    O plano B faz bastante sentido.

    Como diz o desenho animado: "Cérebro, o que vamos fazer hoje?"

    Sucesso!

  8. Edson de Lima disse 1 dia depois:

    Acho que a própria expectativa que vocês estão criando já é uma forma de divulgação. Também concordo com o pessoal, que o quanto antes divulgar, melhor.

    Mas melhor ainda é ir tendo algo para mostrar, junto com a divulgação.

    No caso daquele sistema que começamos aqui juntos no fim do ano passado, resolvemos divulgar agora para os nossos clientes e para alguns outros quais são nossas expectativas e para quando teremos uma versão beta para eles testarem. A resposta foi melhor do que imaginávamos, está todo o mundo esperando, e o que é melhor, sugerido novas idéias.

    Pessoalmente acho perigoso divulgar antes de ter algo para mostrar, pois como diz um provérbio bíblico, a expectativa adiada faz adoecer o coração.

  9. Rafael Lima disse 1 dia depois:

    Oi Vinicius,

    Não vi na sua lista, mas preocupe-se com a questão fiscal.

    Abraços

  10. Vinícius Manhães Teles disse 1 dia depois:

    @Edson: fico feliz em saber que aquele sistema está fazendo sucesso! :-)

    @Rafael: bem lembrado. Já está anotado aqui.

    Grande abraço, Vinícius.

  11. Brandão disse 1 dia depois:

    Vinicius, Estou no mesmo dilema, já tem quase dois meses que tive uma idéia de um serviço Web que seria muito interessante tanto para pessoas como para empresas, porém não tenho como largar o meu emprego para abraçar a causa. Então dividi para conquistar, chamei mais três pessoas para desenvolvermos a idéia, porém inicialmente será feito com nossos próprios recursos e gastando nosso tempo livre, mas quando lançarmos o serviço teremos que correr e tenho certeza que precisaremos de investimentos, pois daí para alguém começar a explorar a mesma idéia e tendo dinheiro será rápido. Mas tenho certeza que conseguirei, espero que não sejamos concorrentes :D... Abraço e boa sorte! Quando tiver uma versão para testes espero contar com sua opinião.

  12. Nakahara disse aproximadamente 1 mês depois:

    Oi Vinícius,

    De vez em quando acompanho suas histórias como empreendedor em TI no Brasil e admiro sua determinação e coragem. Sei que é muito difícil não desistir no meio do caminho.

    Já que colocaste o just-remind.us ao público, gostaria de expressar minhas impressões a respeito:

    • antes de me cadastrar em qualquer serviço (mesmo de graça, tempos de internet!) quero ter uma idéia mais ou menos detalhada do que será oferecido: por exemplo, quando clica-se em "your friends in one page"or "more info if needed", ao invés de mais detalhes, há a tela de cadastro. Está escrito em uma das screens "download group info", mas é uma informação praticamente escondida.

    • acredito que para esse tipo de aplicação, ser integrada às redes sociais já virou requisito básico - por exemplo, o rememberthemilk e o buxfer. Ainda mais no caso de um gerenciador de contatos torna-se mais básico ainda! Ou, no mínimo, providenciar import de contatos via csv...

    Bom, e era isso... a concorrência lá fora é braba, espero que o feedback ajude a refletir. E desculpe se houve petulância ao expressar minha opinião!