Blog da Improve It

Selo promocional do Be on the Net

Publicado por Vinicius Manhães Teles há 11 meses.

Na semana passada nós pedimos uma mãozinha na divulgação do Be on the Net e várias pessoas ajudaram. Escreveram em blogs, divulgaram no Twitter, comentaram com amigos e, com isso, nos ajudaram bastante. E aproveitaram para dar uma ótima idéia: fazer um selo promocional do Be on the Net, que pudesse ser colocado em blogs e sites. Excelente idéia!

O selo está pronto:

Crie um site em 24h com o Be on the Net

Para colocá-lo em seu blog, tudo o que você precisa fazer é usar este código HTML:

<a href="http://beonthe.net" title="Tenha seu site em 24h com o Be on the Net">
<img src="http://beonthe.net/accounts/beonthe.net/images/tenha_site_beonthenet.png" 
alt="Crie um site em 24h com o Be on the Net" title="Tenha seu site em 24h com o Be on the Net" />
</a>

Update: Em tempo, a excelente idéia do selo foi do Raphael Franco.

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Fotografar'09 e Congresso Paulista da Foto

Publicado por Vinicius Manhães Teles há 11 meses.

Nessa semana estaremos em São Paulo participando da Fotografar'09 e do Sexto Congresso Paulista da Foto. Os dois eventos ocorrem em paralelo no Centro de Convenções Frei Caneca, entre os dias 14 e 16 de abril.

A Fotografar'09 é uma feira com entrada gratuita, onde os profissionais de fotografia terão oportunidade de conhecer as últimas novidades dos expositores.

Fotografar 2009

Já o Congresso Paulista da Foto é um evento pago, que contará com apresentações de diversos expoentes da fotografia nacional e internacional.

Sexto Congresso Paulista da Foto

A Revista Fhox, que organiza os dois eventos, convidou a fotógrafa Patricia Figueira, minha esposa, para participar de um debate sobre blog e sites de fotografia com os fotógrafos Anderson Miranda e Mark Ridout. É um debate que promete. A Patricia vai revelar inúmeras lições que aprendeu com seu site (e blog) que está entre os mais acessados no Brasil, na área de fotografia de eventos.

Blog do Fogografo

A Fhox também me convidou para participar do Consulting Team, onde irei tirar dúvidas dos congressistas e orientas sobre sites e blogs de fotografia. Será uma grande oportunidade para falar sobre o Be on the Net, conhecer alguns de nossos clientes e avaliar o que os fotógrafos buscam quando pensam em fazer um site.

Promoção: um ano de Be on the Net de graça!

Estamos levando para a feira e o congresso uma ótima promoção, na qual iremos sortear três prêmios. O primeiro sorteado levará um ano de Be on the Net de graça. O segundo seis meses e o terceiro sorteado terá três meses gratuitos de Be on the Net.

Para participar da promoção, é necessário nos encontrar na feira e pegar conosco o item que dará acesso à promoção. Provavelmente será fácil nos encontrar. Seremos quatro pessoas circulando o dia todo (terça-feira) com uma camisa verde, que tem o logotipo do Be on the Net. Ou você pode vir conversar comigo diretamente no Consulting Team.

Se você estiver por lá, venha conversar conosco e participe da promoção. Ela também é válida para os clientes atuais do Be on the Net, naturalmente.

Nos vemos em Sampa!

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Uma mãozinha até que não ia mal

Publicado por Vinicius Manhães Teles há 11 meses.

Help is on the way

Foto de Cory Doctorow disponibilizada como Creative Commons.

É noite de sexta-feira, mais precisamente, do dia 15 de dezembro de 2007. Estou embarcando em um ônibus, no qual passarei as próximas oito horas viajando pelo interior do Paraná. De onde venho? De Francisco Beltrão, onde passei uma semana com a turma super bacana da LeoSoft. Estou voltando para casa.

Para vencer as longas horas até o aeroporto de Curitiba, carrego um iPod, lotado de podcasts. Alguns deles me interessam em particular. São discursos e entrevistas do Steve Jobs, amado por muitos e odiado por tantos. Sobre ele, não há meio termo, porque é tinhoso demais para se prestar a essas mediocridades. Há que se formar uma opinião: ou você ama, ou você odeia. Ponto final. Mas, independente de sua posição, uma coisa é inegável, o talento dele para inspirar é insuperável.

Naquela época, eu já queria muito abandonar toda a parte de consultoria, treinamento e mentoring em desenvolvimento ágil para me dedicar exclusivamente a um novo modelo de negócios: o desenvolvimento de produtos baseados na web. Faltava um empurrãozinho para isso acontecer. Ele veio naquela noite. Escutando a história do Steve Jobs, desde a fundação da Apple, e tudo o que ele passou até chegar ao que é hoje. Foram mais de trinta anos de uma história admirável. Daquelas que não passam nem um pouco despercebidas.

Bye bye Improve it

Dito e feito, chegando em Curitiba, enquanto esperava algumas horas para a neblina ir embora e o aeroporto voltar a operar, comecei a escrever o post em que disse adeus à Improve It que havia até então. O ano de 2008 foi o da transição. Aos poucos fomos encerrando nossas atividades no antigo negócio e estabelecendo as bases para o novo. Por fim, concluímos nossa participação no Projeto Lucidus, lançamos o Be on the Net, e atualmente nos dedicamos exclusivamente a ele.

É engraçado como a gente consegue resumir tanta coisa em poucas linhas. Mas, se eu fosse contar pra vocês a quantidade de noites que mal conseguia dormir, angustiado com a vontade de partir para um novo modelo, sem saber se daria certo ou não, com medo de decepcionar meus companheiros de empresa, preocupado se conseguiria continuar a pagar as contas, seriam livros que teria que escrever. Os quais não seriam lá muito diferentes dos de tantos outros empreendedores.

Seja como for, felizmente deu tudo certo até aqui. E agora que o produto está na rua, temos vários clientes, a coisa está melhorando a cada dia e precisamos ir além. Precisamos consolidar o que conquistamos, não só para preservar, mas sobretudo para expandir. Portanto, precisamos aumentar a base de clientes, pagar o investimento que foi feito e começar a ter retorno sobre ele o quanto antes. Então, gostaria de fazer um pedido.

Você pode dar uma mãozinha?

Durante os anos em que estivemos envolvidos com desenvolvimento ágil, produzimos um monte de material, principalmente sobre Extreme Programming: livro, dissertação, podcasts, fotos, vídeos, artigos, debates em listas de discussão, seis semestres de aulas de XP na UFRJ e por aí vai. Além disso, fiz palestras sobre Extreme Programming em tudo quanto é canto do Brasil. Quase todas de graça. Era tanta empolgação com assunto, que eu me contentava em levá-lo a outras pessoas, independente de receber ou não por isso. Assim ajudei a organizar inúmeros encontros do XP Rio, em muitos dos quais eu mesmo palestrei, fui em eventos, em empresas, em lugares pertos, em lugares longes, em lugares muito longes e assim por diante. Quando muito, 5% da audiência se sensibilizava com o assunto, mas para mim já era mais do que suficiente.

Então, é possível que você seja uma das pessoas que, de alguma forma se beneficiou com o material que produzimos, ou com a palestra que ministrei, ou com o podcast que escutou. Enfim, talvez tenhamos contribuído com algo útil para você. Se isso tiver acontecido, já fico para lá de contente e mais do que ressarcido. Em todo caso, se você tiver um tempinho e excedente de generosidade na conta, talvez haja algo que você possa fazer não apenas por mim, mas por nós três aqui da Improve It.

Nós achamos o Be on the Net muito bacana, até porque, como bons pais, gostamos de nossa cria. :-) Talvez você também ache legal, talvez não. Seja como for, seria uma tremenda força para nós se você pudesse comentar sobre ele com amigos que possam se beneficiar dele. Ou, quem sabe até escrever umas duas linhas a respeito em seu blog. Claro, seja honesto. Não peço que você saia por aí dizendo que o Be on the Net é o maior barato se considerar o contrário. Peço apenas que, se possível, dê sua opinião sincera sobre ele. Fale sobre ele. Isso seria de enorme valia para nós.

Como o produto é novo, ainda não há tanta gente assim que o conheça. O que estou buscando aqui, com a sua ajuda, é apenas permitir que um pouquinho mais de gente fique sabendo dele. Com sorte, pode até ser que várias pessoas resolvam comentar e muita gente nova venha a conhecer o Be on the Net. E se isso acontecer, talvez todos nós aqui e você aí, ganhemos algo ainda maior: mais um exemplo de que é possível.

Exemplos de empreendimentos na web

Enquanto escrevo essas palavras, há um monte de desenvolvedores, espalhados pelo Brasil, ansiosos por construir um produto com o qual possam ganhar a vida. Eles olham para exemplos bem sucedidos lá de fora como o da 37signals, do GitHub, da Threadless, do RailsEnvy, do Peepcode, dos Pragmatic Programmers e vários outros que nasceram com duas ou três pessoas e deram certo. E eles pensam: será que dá para fazer isso aqui no Brasil? É claro que dá! Mas, quem fez? Há vários exemplos, mas vou me concentrar em um, porque de todos é o que mais gosto: o da e-Genial, com seu fantástico TreinaTom. Pelo que o TreinaTom é, o Carlos já deveria estar milionário, isso se ainda não estiver. :-) Para mim ele é o exemplo maior do que é possível fazer aqui, com pouca gente, muita vontade, dedicação e talento.

Acho que precisamos de mais e mais exemplos como o dele. Nós aqui nada mais fazemos do que seguir o exemplo da e-Genial, das demais empresas que citei e de tantas outras. Não acho que sejamos ainda um exemplo para ninguém, em se tratando do modelo de negócio que temos atualmente. Mas, talvez possamos ser futuramente. Acho que toda a nossa comunidade de desenvolvimento se beneficia com os sucessos na web, sobretudo os locais, aqueles mais próximos de nós, os brasileiros. Para que ninguém diga que só é possível lá fora, que aqui não há outro jeito senão passar os dias entre o martírio dos engarrafamentos e o fardo de fazer um trabalho muito do mais ou menos, sob a batuta de um chefe dilbertesco.

Se você acha que escrever duas linhas sobre o Be on the Net em seu blog seria pouco para fazer diferença, permita-me te propor uma experiência elucidativa sobre a capacidade desproporcional daqueles que parecem miúdos à primeira vista. Experimente dormir com um mosquito no quarto e depois me conte sobre a diferença que ele fez. :-)

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Be on the Net: acompanhe o crescimento

Publicado por Leandro Mello há 11 meses.

Se o Be on the Net fosse um recém-nascido feliz e saltitante, ele se pronunciaria mais ou menos assim:

Nasceu Be on the Net (duração: 28s)

Fazemos seu site em 24 horas, lindão, sem limite de imagens e vídeos e super bem posicionado nas buscas. Só R$ 99 por mês. Be on the Net: seu negócio encontrado, adorado, disputado.

O Be on the Net nasceu em 24/12/2008, como o jeito fácil, rápido e barato de se ter uma presença de alto nível na internet. Be on the Net é um produto da Improve It.

Ficha:

A equipe por trás do Be on the Net;

Desenvolvedores: Vinícius Teles e Marcos Tapajós;
Designer: Leandro Mello

Para assistir a este vídeo, baixe o Adobe Flash Player.

Nas próximas semanas, todos os dias o site do Be on the Net vai ganhar uma pequena melhoria de design.

Pois é. Nesta 38ª iteração do Sistema Be on the Net, estamos começando também a uma segunda fase de design do site. Nas próximas semanas, todos os dias o site do Be on the Net vai ganhar uma pequena melhoria de design. Um ícone novo, um alinhamento melhorzinho, um sombreado estiloso aqui, uma tipografia aprimorada ali.

Por isso convidamos você a visitar o site do Be on the Net uma vezinha todo dia, e ir curtindo as novidades. Quem sabe você não fica com água na boca e adquire o seu?   :)

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Desalinhamento de interesses

Publicado por Vinicius Manhães Teles há 11 meses.

Você e seu filho saem para dar um passei no parquinho, no que promete ser um belo dia de Sol. Mas, antes que você tenha a chance de colocar o pimpolho para brincar, alguém aparece oferecendo uma enciclopédia, cujo preço está reduzidíssimo e, portanto, imperdível. Quando você finalmente consegue convencer o chato do vendedor a ir encher a paciência de outro, a poucos metros do brinquedo favorido do filhote aparece ninguém menos que o temível vendedor de flanelas. Em pouco tempo, o que seria um momento de alegria com o filho, se transforma em tormento, graças ao temido vendedor de _ preencha a lacuna com a inutilidade preferida.

A cada dia que passa, o parágrafo acima parece descrever melhor nossa experiência de uso da web. Por todos os lados, o que mais se vê são sites cujo propósito básico é oferecer aos visitantes todo tipo de quinquilharia. Anúncios proliferam e cada vez mais procuram se concentrar exatamente naquele ponto em que seus olhos parecem preferir olhar, ou o ponteiro do mouse parece preferir clicar. Bem-vindo ao maravilhoso mundo do Google AdSense e de outras ferramentas semelhantes!

Annoying Seller

Foto de PixelManiatiK disponibilizada como Creative Commons.

Google AdSense

O Google AdSense, caso você não conheça, é uma ferramenta que te permite colocar anúncios do Google em seu site. Se alguém clica em um anúncio, o Google ganha uma graninha e você leva um percentual. Bem promissor, não? Então, se você conseguir atrair bastante gente para seu site, é possível que várias pessoas cliquem nos anúncios e você se dê bem.

De fato, a coisa é tão promissora, que inúmeros negócios são criados na web com o único propósito de explorar o potencial da propaganda, que em grande parte passa pelo uso do Google AdSense. Para muita gente, é quase como se este fosse o único jeito de ganhar dinheiro na web.

Quem ganha e quem perde?

Uma análise superficial dessa questão poderia nos fazer crer que os visitantes dos sites que usam o Google AdSense e outros instrumentos de propaganda só saem prejudicados. Afinal, têm que conviver com páginas poluídas, cheias de anúncios que procuram se misturar, se confundir, com o conteúdo do site. Mas há o outro lado da moeda.

O faturamento gerado pela publicidade às vezes viabiliza o próprio site em si. Então, se ele oferece algo útil, no meio daquele monte de propaganda, é possível que a conta esteja sendo paga pela propaganda em si. Portanto, em princípio, pode haver alguma utilidade para aquele monte de vendedores chatos que brigam pela sua atenção no site.

Por sua vez, para o dono do site, o benefício da propaganda é óbvio. Ele pode ganhar dinheiro com ela e fim de história. Mas, quem realmente ganha nessa história é o Google e as demais empresas que operam soluções semelhantes ao AdSense. É uma questão básica de alavancagem. Enquanto você ganha apenas com as propagandas colocadas em seu site, o Google ganha com as propagandas mostradas em um número imenso de sites. Então, advinha quem realmente se dá bem?

Resumindo, o Google e as demais empresas que oferecem serviços semelhantes ao AdSense se dão muito, muito, muito bem. O dono de um site que usa AdSense pode ganhar um trocado e você, visitante, às vezes se dá bem porque é o AdSense quem paga a conta de um serviço que possivelmente tenha utilidade para você. Se todo mundo ganha alguma coisa, poderíamos considerar que os interesses estão razoavelmente alinhados, certo? Talvez não.

Imunidade

Antes de prosseguir, seria bom deixar claro o que considero como alinhamento de interesses. No artigo de ontem, eu mostrei que quanto melhor o site de nosso clientes fossem, melhor para a sociedade. Quanto mais útil eles fossem para a sociedade, melhor para nossos clientes, e quanto melhor fosse para nossos clientes, melhor seria para nós, e quanto melhor fosse para nós, melhor seria para nossos clientes e a sociedade. E assim vai. O que é bom para um, é ótimo para todos. Isso é o que eu chamo de alinhamento de interesses.

É possível alinhar os interesses dessa forma no modelo baseado em publicidade? Acredito que não.

Para o Google, o ideal seria que cada site veiculasse mais e mais publicidade. Extrapolando isso ao maior nível possível, o ideal seria que cada site fosse apenas um grande apanhado de propagandas. Isso é o que poderia lhe gerar o maior retorno possível.

Por sua vez, para o dono de um site, o ideal seria ganhar o máximo possível de dinheiro. E se publicidade é o caminho, então ele também poderia colocar tanto AdSense quanto possível. Exceto que aí começa a aparecer um problema. Se ele cria o site para veicular algum conteúdo, já não pode mais, pois extrapolando, o ideal é que o site tenha apenas publicidade.

Por sua vez, para o visitante do site, quanto mais publicidade, menos útil ele é. Portanto, quanto mais "ajudamos" o Google e o dono do site, menos beneficiamos o visitante. Na verdade, para o visitante, o ideal seria que ocorresse o extremo oposto do que é bom para o Google e o dono do site. Ele gostaria de poder acessar o conteúdo sem ter que lidar com a poluição dos anúncios. Gostaria de poder passear no parque com o filho, sem ter que lidar com vendedores chatos. Portanto, os interesses são claramente conflitantes, desalinhados.

A situação atual é tão séria, que da parte dos visitantes cada vez se observa mais um comportamento de imunidade. Ou seja, as pessoas estão ficando imunes a qualquer tipo de propaganda. É como se a propaganda fosse invisível. Os visitantes não querem saber do que se trata, não querem olhar para aquilo e têm nojo da porcariada que se espalha pelos sites. No meu caso, por exemplo, toda vez que vejo um site com anúncios, é como se estes anúncios formassem uma área vazia na página. Eu não olho para elas, eu as desprezo completamente.

Alternativas

Por mais incrível que isso possa parecer para algumas pessoas, publicidade não é a única forma de ganhar dinheiro na web. E me assusta que tanta gente boa esteja investindo seu talento exclusivamente em negócios baseados em publicidade na web, enquanto há um mundo de oportunidades para se construir sites e aplicativos realmente úteis, com modelos de negócio que não tenham necessariamente que envolver publicidade.

Concluo deixando uma dica: conveniência. Grave essa palavra na sua mente. O que você prefere? Enfrentar a fila do banco ou acessar o internet banking do conforto do lar? Você prefere a conveniência fazer o que precisa, sem ter que sair de casa.

Falta de tempo parece ser a principal queixa das pessoas nos dias de hoje. Enquanto isso é problema para uns, é oportunidade para outros. Se você cria algo na web que poupa o tempo das pessoas há grandes chances de que você possa cobrar pelo que oferece e terá muita gente interessada. Se você cria algo útil, que ajuda as pessoas a ganharem tempo, a executar uma tarefa, a poupar dinheiro, ou simplesmente ter acesso a informação relevante, não há mal nenhum em cobrar pelo serviço. Você ajuda o mundo a se tornar um lugar melhor, ganha a merecida recompensa e não tem que recorrer a publicidade. Não que publicidade seja a raiz de todos os males. Mas, certamente também não é o único meio de ganhar dinheiro na web. Até porque, se alguém ainda não se deu conta disso, web não é TV, portanto, não tem que viver só de anúncios e porcarias.

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Alinhamento de interesses

Publicado por Vinicius Manhães Teles há 11 meses.

Dois amigos têm que dividir uma pizza em dois pedaços iguais. Um deles se oferece para dividir a pizza e escolher um pedaço para o amigo. Mas, o outro, percebendo o risco que corre, sugere: você divide e eu escolho qual vai ser meu pedaço.

Pizza

Foto de wEnDaLicious, disponibilizada como Creative Commons.

Agora ninguém corre o risco de ficar com um pedaço menor. Usando esta solução, os interesses ficam perfeitamente alinhados. Esse é um caso clássico e bastante simples de fair division, da Teoria dos Jogos.

Essa idéia é usada em XP, no contrato de escopo negociável. Enquanto os contratos tradicionais de desenvolvimento de software levam as partes a conflitos permanentes, porque os interesses se opõem, o contrato de escopo negociável alinha os interesses, de modo que os conflitos passam a ser raros.

Buscando o alinhamento no Be on the Net

Trabalhando em diferentes projetos XP, pude observar que o uso deste tipo de contrato é um dos principais elementos que ajudam a garantir o bom funcionamento dos projetos. Os efeitos desse alinhamento de interesses são tão positivos que eu queria trazê-los para o Be on the Net. Então, enquanto concebíamos o modelo de negócio, sempre pensávamos em como alinhar três interesses fundamentais:

Solução

A solução é simples: para cada cliente, tente criar o melhor site possível. Faça com que o site seja rico em conteúdo útil. Permita que o cliente possa colocar tanto conteúdo quanto quiser, seja no formato de texto, imagens ou vídeos. Faça com que o site seja bonito e atrativo. E, por fim, faça com que seja extremamente funcional. Em suma, usando uma gíria bem comum aqui no Rio, faça o site de cada cliente "bombar".

Por que esse é o melhor caminho para todo mundo? Comecemos pelo nosso cliente. Ele nos paga justamente para que possa ter um site que lhe gere novos negócios. Ele adota uma presença na internet, na esperança de que seu trabalho possa ser encontrado facilmente e possa ser mostrado de modo atraente. Em suma, ele quer conquistar mais e mais clientes através do site.

A sociedade, por sua vez, quer encontrar informação relevante na internet. Quer encontrar sites úteis, fáceis de usar, que vão direto ao ponto e resolvem o problema. As pessoas estão fartas de sites cheios de penduricalhos, mas pobres de conteúdo. Então, quando os sites de nossos clientes oferecem conteúdo relevante, de um modo fácil de usar e com aparência agradável, as pessoas agradecem.

E o que nós ganhamos ajudando nossos clientes a mandarem bem e a sociedade a achar sites úteis? Nós ganhamos mais clientes e, portanto, mais faturamento.

Quanto mais gente conhece os sites de nossos clientes, mais conhecem o produto sobre o qual estes sites são construídos: o Be on the Net. No rodapé de cada site que fazemos há uma linha assim: "Powered by Be on the Net, um produto da Improve It". Sendo assim, quanto mais gente acessa os sites que criamos, mais gente vem até nós. Sobretudo se o site que estão acessando é útil, atraente e funcional.

Com o Be on the Net, conseguimos alinhar perfeitamente nossos interesses, com os dos nossos clientes e da sociedade. Isso faz com que tenhamos interesse real e genuíno de fazer o melhor serviço possível, porque todos ganham dessa forma, sobretudo nós mesmos.

O alinhamento de interesses em um exemplo prático

Quando o site de um cliente está todo configurado, parte do trabalho que ainda nos resta consiste em pesquisar as melhores palavras-chave para introduzir em pontos estratégicos do site, de modo a alimentar o Google e, com isso, conquistar uma posição melhor nos resultados das buscas. Isso é parte do SEO que está embutido em nosso serviço. Nós pesquisamos palavras que tenham a ver com todos os tipos de serviço oferecidos por um cliente.

Uma vez, deparei-me com um fotógrafo que oferece vários tipos de serviços fotográficos, além de vender inúmeros tipos de produtos com aplicação de fotos. Pesquisar palavras-chave para cada um dos serviços e produtos oferecido seria tarefa das mais árduas. Confesso que me senti intimidado. Mas, logo em seguida, me dei conta de que era o único caminho a trilhar.

A natureza humana falou mais alto, isto é, meu próprio egoísmo se manifestou, e me fez perceber que, para meu próprio bem, o melhor a fazer era pesquisar arduamente cada palavra-chave, para cada segmento em que aquele fotógrafo trabalhasse. Eu sabia que ele ia ganhar muito com isso, mas naquele momento, estava pensando mais em mim mesmo, pois eu ia ganhar tanto ou mais, se fizesse meu cliente "bombar". Foi nesse momento que senti na pele o poder do alinhamento de interesses. Quanto mais pensava em mim, mais agia em prol dos interesses do meu cliente e da sociedade!

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